Para um guerreiro (a), a guerra!

Ver sangue derramado não é algo aprazível, tão pouco apaixonante.

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Em tempos de posicionamentos políticos caolhos, quando não cegos, é preciso andar por aí pra que as verdades desvendem-se e apresentem-se. Cada um com as suas…e eu também já nem sei mais PRA onde VENHO!

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Quando digo andar, me refiro ao conceito literal da palavra. Andar a pé, andar de carro, andar de trem, de avião, de ônibus, andar pra ver, pra observar o ser, o estar verdadeiro da realidade que insiste em aparecer de fronte aos olhos de qualquer ser que esteja disposto a perceber…o que quer que seja.

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Praqueles que o suor do trabalho tem peso e a vitória vem na ponta da adaga, qualquer fato intermitente pouco importa, o que vale é o que fica, é o perene, não entendes? Tudo bem, não tens essa obrigação. O tempo é rei, e o vento sempre vem…

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A clarineta de Veríssimo conforta com aconchego um coração vazio. Daqueles que por uma noite sorri ao sopro solo de uma dança entre amantes perspicazes em busca de cumplicidade e prazer.

Esta mesma clarineta rasga as imensidões solitárias do pampa, ecoando com o minuano a psicologia individualista do gaúcho amante da terra, amante da guerra.

Já ando “por demás” com esta onda de que o que vem de fora é melhor, de que somos desorganizados, mal educados, corruptos, malandros e o diabo a quatro.

Tu vai me desculpar amigo, mas aqui se luta e vê-se luta no dia a dia de um Brasil verdadeiro.

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Que as porradas que tomamos nestes dia a dia forjem a ferro em brasa uma consciência coletiva maior entre nós, brasileiros. Que a leveza e alegria das brisas quentes desta nossa terra ofereçam a compaixão e fluidez necessária para a construção de uma nação plena.

Abraço!

Teno Broll.

Fotos: André C. B. Carvalho

Cores e tratamento: Arthur Meneguzzo

Curadoria de arte: Gisele Cansian